Para a história recorda-se que em 1979 num restaurante da Zona Oeste alguns colegas assumiram promover a iniciativa do primeiro encontro de todos quantos tiveram o privilégio de pisar as terras do Tchivinguiro.
Fomos poucos na altura mas, o suficiente para pôr em marcha uma tradiçãoo que se mantém até aos nossos dias de hoje e projecta-se para o novo milénio.O ano 2000 é um marco especial para todos nós, o virar da ultima página de um século que nos marcou, isolando-nos das nossas raízes, das nossas perspectivas em África, espalhando-nos pelos quatro cantos do mundo.O ano 2000 deve simbolizar também o espírito do nosso colectivo através do maior convívio em que participamos, dado que o nosso milénio será indiscutivelmente o da selecção natural da geração ligada á Escola Agrícola do Tchivinguiro e que constará da memória dos que nos sucedem sem vínculo histórico à mesma.
Ao Alto!!! Ao Alto!!! CHARRUA.
O Decreto Nr. 29244 de Dezembro de 1938, criava a Escola Agro-Pecuária do Tchivinguiro , denominação que lhe foi atribuída pela Portaria Nr. 20, de 28 de Agosto de 1939, que estabelecia as bases da sua criação. Efectivamente, no orçamento de Angola de 1939, figurava a verba necessária para aquisição de uma propriedade na área O Decreto Nr. 29244 de Dezembro de 1938, criava a Escola Agro-Pecuária do Tchivinguiro , denominação que lhe foi atribuída pela Portaria Nr. 20, de 28 de Agosto de 1939, que estabelecia as bases da sua criação. Sendo assim, que se constitui uma propriedade em três socalcos da Chela , Tchivinguiro , Chão da Chela e Bruco, abrangendo cerca de 6.000 hectares de terreno. Inicialmente esta Escola destinava-se à formação de Capatazes Agrícolas para alunos habilitados com a 4a Classe, e de Práticos Agro-Pecuários para alunos com o 1° Ciclo Liceal.A criação desta Escola devia-se ao então Ministro das Colónias, Dr. Francisco Vieira Machado, que nela depositava grandes esperanças para o fomento da Agricultura e Pecuária, principalmente no sul de Angola. Em consequência, pelo Decreto Nr. 40799, de 13 de Outubro de 1956, criava-se a ESCOLA DE REGENTES AGRÍCOLAS Dr. Francisco Vieira Machado. TCHIVINGUIRO. tendo entrado em pleno funcionamento em Janeiro de 1957. Pensava-se , então, que esta Escola estava destinada a servir toda Angola.O Tchivinguiro propriamente dito, era propício às culturas Europeias, enquanto o Chão da Chela era mais propicio a culturas subtropicais, e o Bruco permitia a experiência de culturas tropicais. Humpata , para a instalação de uma Escola Agro-Pecuária.
Em 22 de Maio de 1940, foi aprovado e entrou em vigor o Regulamento da Escola Agro-Pecuária Dr. Francisco Vieira Machado, que se dizia ter sido criada em 8 de Dezembro de 1938. Corresponde à data atrás apontada, tratando-se pois do mesmo instituto escolar.Foi esta a primeira vez que se lhe deu tal denominação, atribuindo-lhe um patrono, embora se não faça referência expressa, o que não deixa de ser estranho. Continuava a afirmar-se que tinha em vista a preparação de capatazes agrícolas e práticos agro-pecuários. Não deixa de ser curioso que sempre se indique em primeiro lugar o curso menos qualificado, ao contrário da regra, que era apresentá-los por valor decrescente! As respectivas bases foram estabelecidas pela portaria ministerial de 28 de Agosto de 1939, a que já fizemos referência.No dia 24 de Setembro de 1941, foi aberto um crédito especial de cento e sessenta contos para custear as despesas da conservação das propriedades em que deveria estabelecer-se ou já estava estabelecida a Escola Agro-Pecuária Dr. Francisco Vieira Machado, que com o tempo se tornou uma das mais conhecidas unidades académicas de Angola e que durante bastante tempo foi a única da sua categoria e especialidade. Ficava localizada na povoação de Tchivinguiro, no Lubango.
Em 8 de Dezembro de 1938, foi publicado um decreto que criava, na província da Huíla, uma Escola Agro-Pecuária destinada a preparar pessoal para as diversas actividades relacionadas com o aproveitamento da terra e criação de gado, cuja necessidade e utilidade era reconhecida por todos, incluindo as autoridades cimeiras da administração portuguesa. Alguns meses depois, em 29 de Maio de 1939, era delegada no director interino da Direcção de Fazenda, no distrito da Huíla, Eduardo Correia Machado, a competência legal para adquirir, em nome do Estado, uma propriedade pertencente à firma Maximino & Companhia, da Humpata, a fim de ali ser instalada a referida escola. E ainda no decorrer do mesmo ano civil, em 28 de Agosto, foi publicada a portaria que regulava o funcionamento da Escola Agro-Pecuária da Huíla. O estabelecimento de ensino profissional em questão tinha a finalidade de preparar capatazes agrícolas e práticos da actividade agro-pecuária. Os respectivos cursos tinham a duração de três anos.

Em 22 de Maio de 1940, foi aprovado e entrou em vigor o Regulamento da Escola Agro-Pecuária Dr. Francisco Vieira Machado, que se dizia ter sido criada em 8 de Dezembro de 1938. Corresponde à data atrás apontada, tratando-se pois do mesmo instituto escolar.Foi esta a primeira vez que se lhe deu tal denominação, atribuindo-lhe um patrono, embora se não faça referência expressa, o que não deixa de ser estranho. Continuava a afirmar-se que tinha em vista a preparação de capatazes agrícolas e práticos agro-pecuários. Não deixa de ser curioso que sempre se indique em primeiro lugar o curso menos qualificado, ao contrário da regra, que era apresentá-los por valor decrescente! As respectivas bases foram estabelecidas pela portaria ministerial de 28 de Agosto de 1939, a que já fizemos referência.
...todos nós que andamos com o vento...e com a  intuição de pesquisadores de Grutas...Bruco,  Chão da Chela, Cascatas, Vale de Cavalos, Missão do Tchivinguiro....só quem por lá passou é que sabe..... E agora neste país á beira mar  plantado...bem tentamos, mas cremos que ainda não conseguimos transmitir tudo aquilo que vivemos.
Ás vezes não queremos, mas emocionamo-nos...mesmo nós que aprendemos a ser uns  "durões" a ultrapassar tantas barreiras, felizmente para todos, sentimos um aperto no nosso enorme coração e incertezas.....também choramos aquela lagrimazinha que escondemos muitas vezes para não darmos a conhecer a nossa saudade pelos momentos vividos na nossa saudosa casa de tantos anos, com tantas angústias.
Hoje temos a certeza da nossa amizade...somos todos uma família.O nosso muito obrigado a  todos...porque estamos empre juntos, ligados a uma irmandade que não é fácil de quebrar...todos  nós temo-nos no coração, valeu a pena.Um bem  haja a todos e também a todos aqueles que já partiram.....
Ao Alto!!! Ao Alto!!!Charrua

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